9 de dezembro de 2007

29 de novembro de 2007

Ainda não foi desta...

Os meus pais são dadores de sangue, com medalha por antiguidade.

Logo que tive idade para dar sangue lá fui com a minha mãe ao hospital toda entusiasmada, mas fui recusada. Não cumpria os requisitos do peso.

Quando atingi o requisito do peso não podia dar por questões médicas.

Um destes dias o instituto onde trabalho aliou-se ao Instituto Português de Sangue para uma recolha.


Inscrevi-me logo como candidata. Chegado o dia reuni com a médica que me informou que não estava "apta" para dadora porque tinha sido mãe á menos de um ano.

Fiquei frustrada.

Em Março prometo que vou dar Sangue!

19 de novembro de 2007

Procura-se

Telemóvel à prova de baba!
O meu morreu.
Bastaram alguns segundos sozinho na sala com o Xavier para que sucumbisse a uma morte lenta (ainda consegui fazer um telefonema).



15 de novembro de 2007

Xavier 1 - Pai 0

Hoje foi dia do Pai Pedro ir buscar o rapaz à escola, a mãe chegou tarde.
Segundo parece o rapaz veio bem até casa e depois decidiu gozar com a cara do Pai.
Ora tinha sono, ora tinha fome, ora ria, ora chorava, dormir é que não!
Quando entrei em casa vi um adulto de rastos e cansado e um rapazote cheio de energia e pronto para brincar!
Vamos ver como corre para a próxima!

Amargo de boca

Algumas repercussões do Programa de Reestruturação da Administração Central do Estado (PRACE) chegaram ao meu instituto, depois da integração de novos organismos saiu a listagem provisória do pessoal que transitará para o Regime de Mobilidade.
Injustiça atrás de injustiça. Percebi que não somos mais que números.
Não se avalia o trabalho desempenhado, olha-se para uma lista com um nome e uma categoria profissional e decide-se.
Só me apetece dizer asneiras...
Estou desanimada, esta ideia de reestruturação até me parecia interessante, mas os novos acontecimentos não vislumbram nada de bom...

Progressos

Gatinhar não é com ele. Para ir de um lado para o outro arrasta-se como se estivesse na tropa.
Agora percebeu que consegue agarrar-se às coisas e levantar-se.
Andar com ajuda é uma felicidade.
Há um mundo de coisas novas a descobrir, uns centimetros mais acima!




2 de novembro de 2007

ora porquê?


Alguém me explica porque razão às cavalitas da avó Lucinda o Xavier não puxou um único cabelo. Eu até já tive direito a brincos arrancados, já para não falar na quantidade de cabelos que perdi nas mãozinhas do maroto.